Aniversário da CNBB conta com programação dedicada à memória de Santa Dulce

Autor Redacao | Data 15 de outubro de 2019



Para comemorar hoje, 14 de outubro, o aniversário de 67 anos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), diversas atividades estavam previstas na sede da entidade, em Brasília (DF), dirigidas aos colaboradores que atuam na Matriz e convidados. Como parte da programação que esteve embasada na memória de Santa Dulce, religiosa baiana canonizada pelo papa Francisco neste último domingo, 13 de outubro, houve uma missa presidida pelo secretário-geral da CNBB, dom Joel Portella Amado, às 8h30.

 

 

A apresentação de um documentário sobre a vida e as obras da santa brasileira, também foi exibido para os presentes no auditório da entidade, às 10h. O filme narra a trajetória de Santa Dulce, chamada em vida de “Anjo Bom da Bahia”, graças a sua dedicação aos mais pobres, necessitados, doentes e miseráveis. No Documentário, a atual santa brasileira enfrenta o preconceito, o machismo e os dogmas da igreja, além de sua própria doença respiratória, para construir sua obra social.

 

 

“Fiquei muito emocionada com a história da Santa Dulce”, afirmou Renata Macedo, colaboradora do Setor de Contabilidade da CNBB. Ela atuou na Comissão organizadora da festa junto com outras cinco pessoas. “Estávamos a mais de um mês planejando esta festa. Felizmente saiu tudo como planejado”, contou.

 

Ainda no Auditório, em uma Roda de Conversa realizada às 12h com o padre Danilo Pinto dos Santos, do clero da arquidiocese de Salvador e assessor nacional da Comissão para a Cultura e Educação da CNBB, os participantes tiveram a oportunidade de refletir sobre a vida e a obra da santa. “É uma oportunidade de falarmos a respeito do jeito, do meio pelo qual ela exerceu a dimensão sociotransformadora da sua fé, por meio do qual ela apresentou o Anúncio de Jesus Cristo manifestado, sobretudo, através do cuidado com aqueles que eram mais necessitados à época”, afirmou padre Danilo.

 

 

Natural de Salvador, padre Danilo disse que fica muito impressionado com o amor do povo baiano por Santa Dulce. “Com a presença de Santa Dulce em Salvador, todo aquele que era pobre e vulnerável sabia que existia um lugar na cidade que poderia encontrar apoio, acolhida, cuidado, acho que é isso que fica desse exemplo de santidade de irmã Dulce para todo o povo baiano e para todos nós que em diferentes lugares do país admiramos o seu exemplo e também nos questionamentos porque ainda não estamos fazendo o mesmo”, salientou.

 

A programação foi finalizada com um almoço exclusivo dedicado a todos os participantes. Radiante com a celebração e toda a comemoração, dom Joel Portella disse que contemplar a Santa Dulce e a história de 67 anos da CNBB são momentos de luz, alegria, fé e esperança. “Ela permaneceu ao longo dos 67 anos da CNBB e deve permanecer ainda que o mundo se transforme”, finalizou o bispo. Na ocasião, os colaboradores cantaram parabéns e partiram um bolo em homenagem à Conferência.

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