A arte dos presépios e seu lugar nas Igrejas é destaque da Revista Bote Fé

Autor Claudio Geraldo | Data 4 de dezembro de 2017



Além de Papai Noel, presentes e pinheirinhos ornamentados, o mês de dezembro no Brasil nos traz outra tradição: os presépios – arte que remonta e celebra o nascimento do menino Jesus em Belém, na Judéia. Neste tempo natalino, é possível encontrar presépios em vitrines, praças e nas decorações caseiras em todo o país e até fora dele.

Feitos de vários tamanhos, cores e materiais, o presépio napolitano surgiu no ano de 1223, na pequena cidade italiana de Greccio. Para ajudar os camponeses, em sua maioria iletrados, a compreenderem as Sagradas Escrituras, São Francisco de Assis encenou pela primeira vez o nascimento do Menino Deus. O termo presépio vem do latim Praesaepe, que significa estrebaria ou curral. Em 1290, a igreja de Santa Maria Maior, em Roma, foi reformada e nela instalada a Capela do Presépio, que abriga a gruta que sob o altar permanece o pedaço de rocha que serviu como manjedoura.

 

Missionário leigo da Ordem Franciscana Secular da diocese de Castanhal (PA), Vítor Hugo Paiva, que assessora a juventude franciscana (Ajufra), juntou o seu grupo e propuseram ao pároco construir um presépio diferente na paróquia São José. Os jovens misturaram as realidades do centro da cidade representada por prédios no plano mais fundo do presépio e, logo em primeiro plano, a periferia com seus casebres. A cabana, onde foi colocada a manjedoura, ficava nessa periferia que era a parte mais clara e mais reluzente do cenário.

 

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